terça-feira, 10 de agosto de 2010

Me deixa morar nesse azul.

Primeiramente, desculpe-me pelos erros gramaticais, o computador que estou usando no momento eh coreano e nao contem os devidos acentos pelo qual usa-se na lingua portuguesa, grata.




Ate entao voce passou por mim e o meu tempo parou, paralizou-me de tal maneira que meu coracao parastes por um segundo e voltastes veloz, vivido e cheio.
Passastes por mim e ficastes em meu peito, embora agora estejas longe...te carrego comigo, onde for.
Espero so que o tempo passe de mancinho, na cancao do vento, que toda as lagrimas vao junto da chuva, e que venha o sol somente com as lembrancas boas, trazendo-me meu raio de sol, junto daquele sorriso que voce gosta e como o sol, ilumina o seu dia.
Nessa nossa vida, amores vao e vem, amigos vao e vem, como o sol nasce e se poe...mas voce ficou e ficaras.
Esse tempo, que ingrato passa devagar, deixando meu ceu cinza de saudades.
Azul era a cor, que ardia o ceu toda vez que eu permanecia ao seu lado, um azul tao vivido, que quase se cegava os olhos, entao tudo o que faziamos era fechar os olhos, e eu deixar-te moldar meu corpo com suas maos, beijar-me como seu eu fosse feita de acucar, dando-lhe o mais doce beijo.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Há fogo.Respire e se aqueça.
Desse fogo acenda um cigarro.Respire.
Encha os pulmões.
Sinta o oxigênio passando pelas suas narinas e indo diretamente pra o cérebro.
Se sinta novo.Vá em frente, não deixe as lágrimas te segurarem.
Não olhe pra trás.Vá em frente, é disso que precisamos, continue andando.
O vento pode fumar o nosso cigarro, mas nenhuma ventania pode apagar o centelho de um amor.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Goodbye Lenin.

Até logo, Brasil.

Tentando rimar!

E aê, meu parceiro?!É hoje que rimo ligeiro!
Na batida soave, só se ouve malandragem,
Vim pra rimar, muito menos brincar,
Se tú não aguenta o baque, dê meia volta, vá embora e nem pense em voltar!
Aqui é assim, papo reto, sem perdão, RAP foi feito pros malandros que rimam seu futuro,
Mesmo não sabendo qual certa é a direção!

(Improviso diretamente pro meu brother Kawê HAHAHAHAHA)

V.

Vero que na Véspera de nosso Vetusto encontro, prometemos Ver-nos o mais Veloz possível, por isso Vim de longe pra Ver Você.Mesmo Vasta de Vergonha, caí de Vontades Venetas e Voluptuosas de te amar, mais Valia realizar alí mesmo tais Vontades, fazer Valer a pena, Validar nossas Vidas Virgens de Virtigem de tanto amar, Variegar diversos lugares e desvendar novas aventuras, se aventurar alí mesmo na Valeta da rua das Verônicas, tirar o Vestido Vermelho de Veludo que cobria minhas Vontades Vorazes e Veleidas de Virar seu mundo de cabeça pra baixo e mudar a sua Vida.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Rio de Janeiro.


A notícia foi repentina, acordei e já estava no Rio.Só acreditei quando senti a maresia no meu rosto, a boca salgada, o vento quente, a textura refinada da areia de Copacabana o famoso carioquês...Sim, estava no Rio de Janeiro, não, não estava sonhando ou algo do tipo.
Acordar e poder ver o mar de minha janela, ver o sol pequenino acanhado de mostrar sua majestosidade, que ligeiro ia se revelando sua cor alaranjada, deixando as nuvens rosadas, o Sol alí, tirava a atenção de todos presentes,e então eu senti o calor que iluminava Copacabana.Banhar-me, ir de encontro com Iemanjá, tirar os males que pairava em minha alma, lavar a alma e coração, como vim ao mundo, ato de liberdade.A noite caía, para nós começava o dia, antes banho gelado, depois saíamos para Ipanema, o calor obrigava-nos à ir de encontro com o mar.Água, água de côco, caipirinha, pinga, a uma hora dessas o ar se tornava mais que quente.Risadas, conversar, gritávamos, corríamos e ríamos de estar correndo.
Na pedra contávamos estrelas, observávamos a lua iluminando o mar, mais tarde conversas aleatórias e risadas consequentes da Cannabis Sativa.
Ah, o Rio de Janeiro!Todo dia parece ser sábado e mesmo se estivéssemos cansados, aquela energia boa nos colocava de pé, o mar nos puxava de longe.Sopa quente na caneca, mesmo no calor era bom, o Rio torna as coisas boas, acho que é a brisa que nos contagia, ilumina os pensamentos, e nos intriga do que virá amanhã, só de imaginar, caía rápido no sono, exausta. Logo amanhecia e mesmo assim, tentando adivinhar, cada dia que passara foi surpreendente, surpresas que jamais esquecera.
Nos despedimos do Rio de Janeiro e ele despediu-se de nós, nos entregando um majestoso pôr-do-sol.Agradecemos a Ela por todos os dias serem maravilhosos, intrigantes e quentes como aquele pôr-de-sol reluzente como ouro.Ao ir embora, eu podia ouvir ele se queimando e desmanchando no mar, trazendo-nos paz e já um bocado de saudades.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

O cinzeiro já está cheio de bitucas, o café acabou e nem são três horas da madrugada.Não consigo dormir, você me faz perder o sono, não sai da minha cabeça, tô fraca em relação à isso.Sinto que quando te ver não conseguirei permanecer ao seu lado sem que meu coração bata forte.Gostaria de te ver, nem que fosse só como amigos, conversar contigo e saber que está tudo bem, traria conforto à minha alma.Gostaria de sentir a energia boa que seu sorriso me dá e a segurança que seu olhar me trás.Aquele meu CD já rodou milhares de vezes, sei as músicas de cór e salteado, não me canço, pois faz-me lembrar daquele lugar bom, de nós.Me vejo sem chão, então caio, até que chegará o chão em encontro com o meu rosto no asfalto quente, acordarei disso tudo e não verei mais o mar me engolir quando fechar meus olhos.