Aquele dia que choveu, você acabou ficando gripado, te acolhi em minha casa, cuidei de ti, fiz chá de maçã com canela, fiz cafuné e aqueci a minha cama com o calor de meu corpo para te tirar daquele mal-estar, te deixar confortável.Você adormeceu em meu peito exausto e fraco.Tentei permanecer acordada para te vigiar, mas o sono me pegou de surpresa.Acordei e você não estava mais lá.Olhei pela janela e o céu estava limpo e ensolarado.Havia um espaço vazio na minha cama...quando percebi, alí estava eu: sozinha, com as pernas nuas enroladas sob os lençóis branquíssimos de algodão.Senti um frio passageiro, me arrepiei e senti a minha cama muito fria, pois mesmo estando um sol caloroso lá fora, o meu verdadeiro sol que me mantinha aquecida, resolveu se pôr.
sábado, 3 de outubro de 2009
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É incrível essa sensibilidade que vc tem, de fazer a gnt se sentir como se tivesse lá...deitada na cama, sentindo o frio e a falta de quem a gnt nem sabe quem é, mas ainda assim sente, pq a sua descrição coloca a história toda pra viver fora das letras aqui bem perto.
ResponderExcluirVocê é demais Cath e o mesmo eu digo sobre oq escreve, lindo texto.